Todo fim de ano vem acompanhado do mesmo ritual: taças erguidas, fogos no céu e uma lista mental de promessas que, no calor da virada, parecem perfeitamente possíveis e aquele famoso clichê que a maioria repete embalados pela euforia coletiva: “Que tudo se realize no ano que vai nascer”.
Entretanto, ano após ano, ficou comprovado que esse entusiasmo dura pouco, e a maioria das metas de Ano Novo raramente sobrevivem ao carnaval.
Por quê? Expectativas irreais? Falta de planejamento? Falta de tempo? Preguiça? Esquecimento ou o “velho falso otimismo”? Sabe-se lá!
O fato é que o período de fim de ano costuma escancarar muita coisa. A gente revê escolhas, sente o peso do que empurrou com a barriga e descobre com “esforço” que o futuro não começa em 1º de janeiro, e sim, no primeiro passo que você escolhe dar agora, hoje, ainda no “Velho Ano”.
Vale dizer que, nem toda a escolha é prioridade e nem toda a meta não atingida é uma derrota. Assim, tudo bem que deixemos algumas metas para serem revisadas quando já tivermos atingido “algumas prioridades”, afinal, é preciso respeitar “o tempo” individual.
Bora reservar um tempo para curtir as pequenas vitórias e reconectar-se com o que nos sustenta no dia a dia, como rotina, descanso, escolhas simples, não para agradar, explicar ou justificar, mas sim para “viver” e “ser você mesma”, afinal a alegria está em abraçar tudo o que a vida traz, inclusive as lições que os momentos difíceis nos presenteiam.
Então, “Feliz Ano Novo e que tudo se realize no ano de 2026”, isto é, apenas, tão somente, o que você quer e o que faz sentido para você.
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