Ano velho, já era!? Ano Novo, vai ser diferente?!


É véspera de Ano Novo? Sim, Ano Novo!  “Adeus, Ano Velho. Feliz Ano Novo. Que tudo se realize no Ano que vai nascer...”

Todo fim de ano vem acompanhado do mesmo ritual: taças erguidas, fogos no céu e uma lista mental de promessas que, no calor da virada, parecem perfeitamente possíveis e aquele famoso clichê que a maioria repete embalados pela euforia coletiva: “Que tudo se realize no ano que vai nascer”.

Entretanto, ano após ano, ficou comprovado que esse entusiasmo dura pouco, e a maioria das metas de Ano Novo raramente sobrevivem ao carnaval.

Por quê? Expectativas irreais? Falta de planejamento? Falta de tempo? Preguiça? Esquecimento ou o “velho falso otimismo”? Sabe-se lá!

O fato é que o período de fim de ano costuma escancarar muita coisa. A gente revê escolhas, sente o peso do que empurrou com a barriga e descobre com “esforço” que o futuro não começa em 1º de janeiro, e sim, no primeiro passo que você escolhe dar agora, hoje, ainda no “Velho Ano”.

Vale dizer que, nem toda a escolha é prioridade e nem toda a meta não atingida é uma derrota. Assim, tudo bem que deixemos algumas metas para serem revisadas quando já tivermos atingido “algumas prioridades”, afinal, é preciso respeitar “o tempo” individual.

Bora reservar um tempo para curtir as pequenas vitórias e reconectar-se com o que nos sustenta no dia a dia, como rotina, descanso, escolhas simples, não para agradar, explicar ou justificar, mas sim para “viver” e “ser você mesma”, afinal a alegria está em abraçar tudo o que a vida traz, inclusive as lições que os momentos difíceis nos presenteiam.

Então, “Feliz Ano Novo e que tudo se realize no ano de 2026”, isto é, apenas, tão somente, o que você quer e o que faz sentido para você.  

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